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Mostrando postagens de janeiro, 2018
Nota de Pesar
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O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Campina Grande vem a público manifestar, em nome de seus dirigentes e de toda a militância petista, o mais profundo pesar pelo falecimento da companheira RAISA SOUZA PORDEUS. Externamos, enternecidos, nossa solidariedade com votos de paz e conforto a familiares e amigos enlutados pela irreparável perda ocorrida nesta terça-feira, dia 16. Campina Grande, 17 de janeiro de 2017. Márcio de Matos Caniello Presidente do PT/CG O velório acontece no Complexo Funerário A Viagem, Rua Pedro I, 650 – São José e o sepultamento será realizado às 16:30 h. no Campo Santo Parque da Paz.
Às Ruas!!
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Por Márcio Caniello, presidente do PT/CG A perseguição midiático-judicial patrocinada pelas elites reacionárias, conservadoras e anti-povo contra Lula e as garantias constitucionais avança mais um passo no dia 24 de janeiro. Depois de um juiz inquisitorial de primeira instância cercear sua defesa de todas as formas e condená-lo sem uma mísera prova, Lula terá o seu recurso julgado em tempo recorde pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, cujo presidente já se arrogou a opinar, fora dos autos e a quatro ventos, pela improcedência. Enquanto isso, o relator do processo no TRF-4 - rápido como uma lebre de fábula - levou exatos 100 dias para analisar as 250 mil páginas do processo e dar o seu parecer, enquanto o revisor - um prodígio sem rivais na leitura dinâmica - levou apenas seis dias para apreciar tudo e proferir o seu voto. Um fenômeno! Todos nós defendemos um Judiciário célere e eficiente, mas a rapidez nesse caso é uma exceção que comprova duas regras. A primeira, é...
Primeiramente, Fica Temer
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Por Basílio Carneiro Jornalista e dirigente estadual do PT Pode até chocar tal posição, mas essa é minha leitura. O Temer de 16/17, está pra Collor 91/92, com algumas diferenças contextuais. A eleição de Collor foi bem trabalhada, articulada, processada e potencializada até o triunfo final, pela mídia e setores conservadores/direita. Um candidato com uma única missão: derrotar o Lula. O que iria acontecer no pós-posse era apenas uma consequência, já que não existia um projeto para o país. Apenas o rótulo de "Caçador de marajás", dado ao então presidente. Acontece que, ao declinar na popularidade em pouco tempo de governo e exibindo uma postura pouco republicana, Collor dava espaço para o crescimento e vitória de Lula em 1994. A investida da direita logo foi repercutida na mídia. Estava escrito em todas as avaliações que muito provavelmente Luis Inácio seria imbatível em 1994, já que a direita investira tudo em Fernando Collor. A direita...